Segundo o Quds News, a campanha buscava recursos para a contestação judicial liderada pela cofundadora da organização, Huda Ammori, contra a decisão do governo britânico de aceitar como legal a classificação da Palestine Action como organização terrorista.
Após uma corte de apelação reverter decisão anterior que considerava ilegal a proibição, o caso deverá chegar à Suprema Corte britânica em novembro. Ammori afirmou que a organização enfrenta medidas mais severas que Israel e criticou a possibilidade de prisão de pessoas por manifestações de apoio ao grupo.
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